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Agendamento de Atendimento

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Balneabilidade 2017-18

Zoneamento Ecológico-Econômico







LITORAL SUL

Municípios:

Pedro Osório***
Arroio Grande***
Jaguarão**
Rio Grande***
Santa Vitória do Palmar
Chuí

Ver Municípios

 
 
   
   
   
   
   
   
   
   

 

** Municípios parcialmente dentro da área do GERCO com a sede municipal incluída.
*** Municípios totalmente dentro da área do GERCO, com área em 2 setores

  Arroio Grande
  Chuí
  Jaguarão
  Pedro Osório
  Rio Grande
  Santa Vitória do Palmar
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A ampla planície costeira que estende-se no litoral sul do RS, desde a fronteira com o Uruguai, abriga um dos mais relevantes sistemas naturais do Estado, onde os banhados e áreas úmidas associados a lagoas e cursos d’água constituem aspecto dominante na paisagem. Nesta área destacam-se as lagoas Mirim e Mangueira, dentre outros corpos d’água.

Parte da região sofre o impacto do uso abusivo de agricultura e pecuária por serem áreas de formação geológica recente, cuja vegetação encontra-se ancorada em uma tênue camada de solo arenoso.

Focos de reflorestamento, com espécies exóticas, encontram-se pulverizados por toda a área.

Existe uma faixa mais ou menos contínua de dunas e areais ao longo do litoral, compondo a borda da Lagoa Mirim em direção a Lagoa dos Patos. Os areais estão desprovidos de cobertura vegetal ou apresentam espécies halófitas. Nas baixadas úmidas, entre as dunas, desenvolve-se uma vegetação de transição entre os ambientes aquático e terrestre. Apesar do número elevado de lagoas costeiras, as dunas lacustres ocupam uma área mais restrita, sendo muitas vazes substituídas por brejos marginais.

Um tipo especial de campo reconhecido como "butiazal" ocorre na região, com exemplares de Butia capitata dispersos em meio ao estrato herbáceo contínuo. Tem destaque a localidade de Curral do Arroio, em Santa Vitória do Palmar, onde os butiazeiros mais robustos podem atingir 10 m de altura e 70 cm de diâmetro.

Comunidades herbáceas são também encontradas em áreas úmidas com influência marinha direta, denominadas de marismas. Estes ecossistemas são equivalentes ecológicos dos manguezais, inexistentes no Rio Grande do Sul.

Os principais conflitos enfrentados na conservação destes ambientes e da biodiversidade estão associados a rizicultura, atividade econômica significativa na região, sendo dominante na paisagem. Dentre os impactos causados pelo cultivo do arroz , destaca-se a alteração do regime hidrológico da região e a contaminação das águas através do uso de agrotóxicos.

Destaca-se neste setor a Estação Ecológica do Taim como importante Unidade de Conservação dos ecossistemas de áreas úmidas.

Arroio Grande
19.152
2.542,96
94,55%
2.404,37
Chuí
5.167
200,62
100,00%
200,62
Jaguarão
30.093
2.070,45
47,26%
978,49
Pedro Osório
8.107
598,06
82,14%
491,25
Rio Grande
186.544
2.833
67,98%
1.925,87
Santa Vitória do Palmar
33.304
5.239,1
100,00%
5.239,1
TOTAIS
282.367
13.484,19
11.239,70

Fonte dos dados: Área total (Secretaria da Agricultura e Abastecimento, 2002); População Total (IBGE, 2002); Percentual de área na bacia (GEOFEPAM, 2002); obs.: o cálculo da população de cada município, na bacia, foi estimado pelo DRH/SEMA, levando-se em conta a localização da sede municipal; (*) município emancipado após 2000.

Fonte:

Relatório Anual de Recursos Hídricos no RS
DRH – SEMA

Diagnóstico Ambiental – Controle de Atividades Poluidoras em porção do Litoral Sul do RS
FEPAM – PROFILL 2003

Links relacionados:
www.sema.rs.gov.br
www.rbma.org.br

 

 


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